quinta-feira, 10 de setembro de 2009

ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO TP 5

CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA
Demos início à oficina com uma reflexão sobre estilo, coerência e coesão na tessitura do texto, nos aspectos de construção de sua coerência para a formação que conduzam a ações de preservação da idéia e tema principal do texto em si mesmo ou elementos lingüísticos que em um texto vão retomando as ideias para dar continuidade aos sentidos textuais por meio de elos coesivos.
Nesse aspecto, nossas discussões assumiram um papel importantíssimo e crucial nos elementos sintagmáticos ou lingüísticos que estabelecem uma conectividade e retoma como referentes textuais, assim, garantem a coesão do texto e imprimem a ótica de mundo do autor. Refletimos a afirmativa de Koch (2005) que os “elementos referenciais os itens da língua que não podem ser interpretados semanticamente por si mesmos, mas remetem a outros itens do discurso necessários às sua interpretação”¹. A coesão textual. 20. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
Nestes aspectos lingüísticos discutimos e debatemos a retomada de substantivos por pronomes, substantivos e advérbios resumindo idéias que articulam, compõem a cadeia coesiva que para o discente a nomenclatura não é muito importante, mas é necessário que o aluno reconheça algumas ideias expressas de diferentes maneiras e estão ligadas por laços lingüísticos que orienta a tessitura do texto. E uma vez elaborado deverá subsidiar o aluno com pistas para que ele da continuidade de ideias ao (re) construir adequadamente pelo leitor.
Além disso, as discussões e reflexões dessa oficina foi coerência textual que é a construção do texto a partir da articulação entre informações do texto e conhecimentos prévios que o leitor tem sobre o assunto. De modo, a construir, uma intertextualidade e utilizar a linguagem verbal, e não verbal a associar análises, significados, elementos sintagmáticos ao decorrer das atividades propostas seja em textos “orais” ou escritos.
As experiências relatadas pelos professores foram as mais diversas possíveis. Então tratarei de relatar as mais pertinentes ao programa para que aqui possa servir de orientações e reflexões sobre os aspectos positivos e negativos observados.
Os professores relataram que seus alunos tiveram dificuldades em produzir textos ou diversos gêneros textuais, sabem reconhecê-los em algumas situcionalidades, mas não conseguem produzir com coesão e coerência alguns desses, pois suas produções apresentam deficiências de conhecimentos prévios do tema abordado ou articulado em debate.
Durante a aplicação das atividades do avançando na prática ou outra atividade escolhida e aplicada pelo professor cursista os pontos positivos foram: aceitabilidade, interação entre texto/autor/leitor e professor, reconhecimentos de algumas classes de palavras, intencionalidade, situcionalidade, os aspectos negativos apresentados foram de inferências, leitura inferencial que é feita ainda parcialmente, e leitura avaliativa ainda encontram-se dificuldades em dar sentidos apresentados pelas linguagens: verbal ou não verbal que são recursos estilísticos utilizadas pelos gêneros textuais ou ilustrações de obras literárias.
Retomamos a discussão da oficina no questionamento o que é linguagem e o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre interlocutores? Com base nos estudos propostos e complementares, verificamos destarte que a linguagem não é somente um conjunto de palavras faladas ou escritas, mas também de gestos e imagens. Portanto, não nos comunicamos apenas pela fala ou escrita, assim, com os gestos também. Discutimos aqui que a linguagem pode ser verbalizada, e daí vem à analogia ao verbo, desse modo, a nomeação de tudo que existe pelo nome, daí uma classificação das classes de palavras.
Assim, verificamos que a linguagem pode ser não-verbal, ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar. O objetivo, neste caso, não é de expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se esta a pensar, mas ao utilizar outros meios comunicativos em textos publicitários como: figuras, gestos, danças, placas, cores ou signos visuais têm o objetivo de persuadir o consumidor para a compra. Os objetivos aqui discursivos foram estabelecidos nas relações de sentido e significação tanto com os elementos que os antecedem como com os que os sucedem, construindo uma cadeia textual significativa. Essa coesão, que dá unidade ao texto, é construída e se evidencia pelo emprego de diferentes procedimentos, tanto no âmbito lexical quanto gramatical.
Concluímos, portanto, que o estilo, a coerência e a coesão são elementos firmados nos elementos lingüísticos que firmam dar idéia num texto que vai além da sintaxe, mas que envolvem a semântica e pragmática.

sábado, 5 de setembro de 2009

PAIXÃO PELA ESCRITA

Minha paixão pela leitura começou desde que aprendi a ler e escrever, o que não foi precoce, li tudo que estava ao meu alcance. Assim, fui-me tomando gosto pela leitura e tendo os primeiros contatos com a ortografia, fonologia e morfologia. Às vezes, paro, lembro-me que o interesse pela leitura me despertava pela capa atrativa do livro, jornais, em seu aspecto gráfico e artístico. Sempre gostei de ler livros, jornais, revistas e bulas de remédios, pois sempre fui fascinado para saber o que estava escrito, e o que mais li nessa época foi rótulos de absorvente “Sempre Livre”.
Gosto de ler fontes diversas que desperta me curiosidade, além dos livros escolares, li histórias infantis e romances. Mas os livros que mais me faz ler e descobrir o verdadeiro significado da ortografia é o dicionário e a Bíblia por serem simples e formidáveis, para mim, são livros maravilhosos, que todos deveriam ter por razões pessoais e religiosas. E outro que gostei de ler foi à obra de José Olímpio “Primeiras Lições de Amor”.
Antes de saber ler, nas noites de lua “clara”, no terreiro, meus pais, minha avó Antônia e vizinhos sempre sentavam em roda para contar alguns casos, histórias, adivinhas e cantigas de roda, além de algumas brincadeiras que eu e meus amigos divertíamos a beça. Desse modo, despertou em mim, a curiosidade pela leitura e a escrita de diversos gêneros textuais e pelas tipologias existentes nos dias da minha concepção da leitura a até a presente data.
Pela falta de oportunidade, ao concluir o Ensino Médio, consegui fazer uma experiência como professor regente de uma classe da terceira série primária. Aos poucos fui tomando gosto e amor pelo trabalho. Logo após dois anos de efetiva vocação, optei pelo prazer de ensinar e aprender ser um professor: fiz o magistério normal. Então, entre esses velhos livros de família, as gramáticas, sobretudo ganha um especial lugar em minha vida, me seduz propondo ir à procura de letras musicais ambíguo para avaliar enriquecer o espírito crítico e analítico do meu ser.
Sempre fico triste quando alguém me diz que não gosta de ler, que é chato, ou se ler não entende, paro e fico a pensar como essa pessoa não pode conhecer outras coisas através do hábito de ler e compreender o que havia lido.
Aprender a ler e escrever é descobrir o mundo fantástico das letras em seus contos, fábulas, histórias que nossos pais nos contam enquanto criança.